Psiquiatra “desenha” que depressão não é tristeza e doença pode pegar todos.

Ilustração é do artista Bruno Kulczynski, siga o Instagram: @portret.

Os 15 anos como médico psiquiatra deram a Adriano Bernardi do Prado bagagem para praticamente “desenhar” o que é a depressão nos aspectos da doença e a importância de se ter empatia quando se lê nas redes sociais o desabafo de alguém que está depressivo. Entre muitos comentários de apoio que o paciente pode ler do outro lado, há também quem ataque e critique. Dia desses o Lado B se deparou com uma postagem do psiquiatra que, de forma didática, explica o que há anos o jornalismo tenta discutir em reportagens sobre depressão.

Depois que alguém põe para fora que a depressão lhe pegou, seja pessoalmente ou ainda que virtualmente, muita gente oferece apoio, tenta entender, dar conselhos. E aí começa o texto do médico falando que há sempre três tipos de pessoas: 

“- Os que realmente apoiam e se importam.
– Os maldosos que atacam e criticam sem ao menos saber o que está acontecendo, e no fundo só querem usar o sofrimento alheio para afirmarem seu ego frágil…
– Os que falsamente apoiam “porque é o certo”, mas que no fundo querem criticar e até secretamente se regozijam de ver alguém sofrer, por despeito, inveja ou pura projeção de suas frustrações.
“Tá vendo como aquele casamento nem era tão bom assim?”
“É uma fresca! Tem tudo e ainda reclama!”
“Nunca ganhei flores do meu marido e não fico de mimimi…”
“Se tivesse fé em Jesus não ficava deprimida.”
“Queria ver se fosse uma mulher passando fome na favela, etc,etc,etc”

Ou seja, aquela crítica velada, aquela alfinetada, aquele ressentimento disfarçado.
Por vezes por pura inveja, por vezes por ignorância, mas sempre por falta de empatia.

Muita gente enche a boca para falar que “se curou da depressão sozinha”, porque mudou de igreja, tomou “chá de baba de virgem”, fez “coaching”, tomou shake dietético ou fez alguma outra coisa que prova o quanto ela é f* por ter “superado sozinha”… (Afinal na sua visão egocêntrica, só os “inferiores” precisam de medicação)…

Mas depressão não é tristeza.
A tristeza é um sentimento comum que todos sentem em algum momento da vida, onde geralmente há um motivo (exemplo: traição, perdas, etc), a reação é culturalmente proporcional ao motivo (exemplo: seria natural sentir tristeza extrema pelo luto por um filho, ou uma moça estuprada ficar muito abalada por semanas ou meses, mas não seria razoável tentar suicídio por perder um celular…), há pouco prejuízo em outros aspectos (ou seja, você está triste com uma coisa mas “funciona” em outras) e há melhora gradual.

Já a depressão é uma doença onde há a interação de três aspectos:
O aspecto “físico”, o psicológico e o social.

De maneira simplificada, o “social” seria a vida que levamos.
Os fatos que acontecem na nossa vida, e que nem sempre temos controle. Um casamento em crise, uma vitória numa competição, uma perna quebrada, ganhar na mega-sena, viajar, um chefe chato ou qualquer outro evento.

As pessoas tendem a exagerar a importância desse aspecto, ignorando os outros.
Como se apenas pessoas “azaradas”, miseráveis, que passem por desgraças ou com “vida sofrida” tivessem direito a ter depressão. Mas então por que atores vencedores do Oscar se suicidam? Por que modelos milionárias usariam drogas? Por que um profissional de sucesso pode ter ataques de pânico?

Outro aspecto por vezes exagerado e por vezes menosprezado é a questão psicológica, que em resumo seria o modo como a pessoa “interpreta os fatos”, ou seja, como o “social” influencia a vida dessa pessoa. Aqui entra a personalidade, inteligência, sabedoria, traumas, crenças, filosofias e todos os fatores que definem nossa consciência e maneira de pensar.

Não existem duas pessoas no mundo que interpretem tudo igual. Nem mesmo irmãos gêmeos terão exatamente as mesmas experiências que vão moldar nosso aspecto psicológico. Os fatos acontecem e a mente interpreta com base nas nossas vivências, valores, etc.

Conforme nossa interpretação, nosso cérebro reage, de acordo com seu padrão bioquímico “programado geneticamente”. E essa “reação” envolve produção de neurotransmissores, sistema hormonal e vários fatores “físicos” que ainda não conhecemos em sua totalidade.

E a depressão envolve justamente uma reação disfuncional do cérebro, seja por sobrecarga de estresse, deficiências de neurotransmissores ou mesmo todos os fatores juntos. Mas em essência é uma DOENÇA onde as emoções não são sentidas de maneira natural por conta de problemas químicos no cérebro (em interação com os aspectos social e psicológico).

Uma pessoa deprimida não consegue sentir prazer, alegria e motivação apenas com a força do pensamento ou recebendo atenção. É como tentar ligar um carro que está sem gasolina. O carro pode ser maravilhoso, você pode lavar o carro ou até chutar o carro que ele não não vai ter como funcionar.

Assim como a pessoa deprimida tem uma falha no funcionamento das suas conexões cerebrais que não vai funcionar ouvindo críticas, rezando ou simplesmente “pensando positivo”. Alguns fatos são interpretados quase de maneira ‘’universal’’como negativos ou positivos, como perder um ente querido, por exemplo.

Mas o sofrimento e prazer são extremante relativos e cada um dará o seu significado particular às experiências que vive. Não existe uma escala de sofrimento universal. Nem sofrimento mais ou menos digno.

Mulheres lindas, com pais amorosos, maridos atenciosos e filhos maravilhosos podem se sentir culpadas por não conseguirem voltar a trabalhar depois que o filho nasceu. Ou culpadas porque precisaram voltar ao trabalho cedo demais e acharem que estão sendo relapsas com o filho. Ou serem modelos milionárias que se sentem vazias porque são vistas como burras e criticadas por não serem “mulher para casar”. Ou serem pessoas com múltiplos talentos, mas que se cobram uma perfeição inatingível em apenas um aspecto nos quais são pressionadas por parentes…

O sofrimento de um não alivia o sofrimento de outro. Existem coisas grotescas, como crianças torturadas, pessoas em zonas de guerra, estupros em guerras tribais, fome e todo tipo de desgraça.

Mas isso não justifica menosprezar o sofrimento de outra pessoa só porque “é pouco”. Se eu quebro uma perna, eu sinto a MINHA dor e minha dor é válida. Não preciso ouvir que “existem pessoas sem as duas pernas!”

Assim como pessoa deprimidas sofrem duas vezes. Primeiro por terem que lidar com um sofrimento enorme, de uma doença traiçoeira que causa tristeza, falta de prazer e muitos outros sintomas terríveis. E segundo porque muitas vezes são julgadas por ignorantes sem empatia, o que as faz questionar seu valor como pessoas ouvindo críticas injustas… Justamente por estarem sofrendo!

Todos somos humanos, todos sofremos, todos tentamos viver da melhor maneira possível e nenhum de nós sabe todos os mistérios da vida.

Então não custa ter empatia ou ao menos não atacar gratuitamente as pessoas que não conhece e não entende apenas para sentir-se bem consigo mesmo.

Créditos: Adriano Bernardi Do Prado.

Saiba mais, Depressão tem cura, clique no link e saiba desse tratamento:

http://bit.ly/Anti_Depre

Teste: “Você está com depressão?”

Um questionário com dez perguntas ajuda a detectar sinais desse problema, que vai além da tristeza profunda.

Alguns sinais da depressão podem ser flagrados por um teste simples. Mas é necessário se consultar com um profissional depois de respondê-lo! 

depressão já atinge praticamente 10% da população mundial e a projeção aponta um triste crescimento. Um levantamento realizado pela americana Universidade Harvard em 18 localidades mostra que a prevalência da doença no Brasil é a maior entre as nações em desenvolvimento, com um total de 10,4% de indivíduos atingidos.

O problema é tão expressivo que há até um teste capaz de indicar a depressão. Ele não dispensa a avaliação médica, mas pode servir para levantar suspeitas. Confira:

Teste: você está deprimido? 

Responda aos ícones abaixo com uma dessas opções:

Nenhuma vez

Dois ou três dias

Mais da metade dos dias

Praticamente todos os dias

Nas últimas duas semanas, com que freqüência você se sentiu mal por alguns destes problemas?​

1. Pouco interesse ou prazer em fazer as coisas.

2. Ficar para baixo, depressivo ou sem esperança.

3. Dificuldades para pegar no sono, insônia ou dormir demais.

4. Muito cansaço ou falta de energia.

5. Apetite reduzido ou exagerado.

6. Se sentir mal – você se considera fracassado ou acha que desapontou os seus familiares e amigos.

7. Problemas de concentração para realizar suas tarefas, ler notícias ou ver televisão.

8. Se locomover ou falar muito devagar, a ponto de outras pessoas notarem.

9. Pensar que seria melhor morrer, ou ter vontade de se machucar.

10. Se você passou por problemas ou dificuldades, foi muito difícil superá-los.

Resultado

Se respondeu “mais da metade dos dias” ou “praticamente todos os dias” para mais de quatro tópicos (ou concorda com o item 9), é melhor consultar um psiquiatra.

Atenção: o teste é apenas um indicativo e não substitui, de maneira alguma, o diagnóstico feito por um médico.

Cadastre-se e compartilhe aqui no Blog seus resultados,  assim quando tivermos novas dicas e testes encaminharemos a você.

Se quiser se livrar da Depressão de forma definitiva, acesse os links e se surpreenda:

“Vença a Depressão”: http://bit.ly/2GbEx2R

“Anti Depressão”:  http://bit.ly/2u0qz0Q

Fonte da pesquisa: https://www.saude.abril.com

“As cinco áreas-chave da inteligência emocional para impulsionar sua carreira.”

Quando temos conhecimento do que é inteligencia emocional, estamos adquirindo um auto-conhecimento pois ao conhecermos nosso interior, é uma forma de lutar e ter melhores resultados na cura da depressão e ansiedade, assim como outras doenças da mente. BOA LEITURA!

De acordo com pesquisa, 90% dos profissionais com melhor performance têm altos níveis de inteligência emocional

Por Sofia Esteves, presidente do conselho do grupo Cia. de Talentos

inteligência emocional reflete nossa capacidade de gerenciar emoções, o que impacta diretamente na forma como lidamos com os desafios.

Segundo pesquisas realizadas pelo Dr. Travis Bradberry, co-autor do best-seller Emotional Intelligence 2.0, a habilidade corresponde a aproximadamente 58% da nossa performance profissional e por isso ela é considerada uma das habilidades profissionais mais importantes da atualidade.

Sem essa capacidade é comum que a procrastinação, a falta de estímulo, a reclamação e o desentendimento com colegas e gestores tomem conta da vida dos profissionais.

Dessa forma, como esperar por uma promoção ou, até, pelo reconhecimento das coisas boas que você também faz?

A Talent Smart testou a inteligência emocional e descobriu que ela é o antecipador mais forte do desempenho. De acordo com a pesquisa, 90% dos profissionais com melhor performance têm altos níveis de inteligência emocional. O desafio é que esses conjuntos de soft skills, ainda, não são ensinados nas escolas tradicionais e nem nas universidades.

Daniel Goleman, psicólogo, jornalista da ciência e escritor do best-seller ‘Inteligência Emocional’, revelou que a inteligência emocional se divide em cinco áreas-chave:

Autoconhecimento: é o primeiro passo, a organização de tudo que mora aí dentro de você. Você sabia? A maioria das nossas ações é movida pelo inconsciente, sendo assim, nada mais seguro do que se conhecer para saber que memórias, sentimentos e emoções constroem nossas atitudes. Quando compreendemos nossos impulsos e de onde eles vêm, fica mais fácil saber que gatilhos emocionais nos desestabilizam e como encontrar meios  de controlar isso. Além da psicoterapia e de cursos sobre o tema, pedir feedbacks aos seus gestores e colegas de trabalho sobre suas habilidades emocionais pode ser transformador! Indico.

Autogestão: depois de conhecer melhor suas emoções, chega o momento de aprender como gerenciar tudo isso. A rotina acelerada das empresas costuma deixar muito pouco tempo para que possamos absorver e perceber melhor o que se passa dentro de nós. Tenho três dicas, muito simples e acessíveis para qualquer profissional. Silencie de manhã e de noite. Bem simples, antes de sair de casa, feche os olhos por cinco minutinhos, perceba o seu corpo, seus pensamentos. Faça o mesmo de noite, antes de dormir. A segunda dica é, respire. O oxigênio é vital para o bom funcionamento do nosso corpo e sem ele é natural que não façamos boas escolhas. Foque em respirar pelo diafragma, pela barriga, esse é o jeito correto. A respiração pelo peito é a respiração ansiosa e não absorve oxigênio o suficiente. Por último, oxigênio líquido, água. Faça um teste, em um momento de bloqueio criativo, pare, silencie, respire e beba um grande copo de água. Você vai se surpreender como de forma tão simples é possível recuperar o fôlego e começar de novo.

Motivação: todo mundo é motivado por recompensas, como dinheiro ou status, mas o modelo de Goleman refere-se à motivação para o bem da alegria pessoal, curiosidade ou satisfação de ser produtivo. Reflita o que te move? Por que você faz o que faz? Quem se beneficia com a sua carreira? Encontre suas motivações e anote-as de forma que você as veja constantemente.

Empatia: essa categoria refere-se às emoções dos outros. Empatia é a habilidade e prática da leitura das emoções dos outros. Como você pode acolher melhor a personalidade dos seus colegas de trabalho e criar mais conexão com o seu entorno? Inclusive, saber como gerar conexão é outra importante habilidade do futuro.

Habilidades sociais: esta categoria envolve a aplicação de empatia, bem como saber negociar as necessidades dos outros e equilibrá-las com suas próprias. Isso pode incluir encontrar um terreno comum com os outros, gerenciar relações em um ambiente de trabalho e ser persuasivo.

Espero que essa introdução seja útil para que você desenvolva mais interesse pelo tema e que descubra, ao longo da sua caminhada, quão incrível é poder se conhecer. Lembre-se, é tudo uma questão de tempo, prática e coragem!

Boa jornada!

Conheça os melhores métodos para se livrar definitivamente da Depressão e da Ansiedade, acesse:

Vença a Ansiedade: http://bit.ly/30Kmwlv

Vença a Depressão: http://bit.ly/2GbEx2R

Anti Depressão: http://bit.ly/2u0qz0Q

“O papel da inteligência emocional no cotidiano.”

Nessa matéria, o autor vai abordar a necessidade que temos de buscar manter nossa mente focada nos nossos objetivos e não nos nossos problemas. Mantendo esse foco estaremos lutando contra a Depressão e contra os males da mente. Nunca deixe de sonhar e buscar a realização desses sonhos!

Mudanças acontecem com dinamismo e rapidez no País e no mundo. De repente, aquilo que foi novidade ontem, acaba sendo obsoleto hoje.
Sintonizado com esta realidade, Mauricio Souto, escritor e palestrante motivacional, destaca que chamada inteligência emocional assume papel preponderante, pois é responsável por 80% dos resultados positivos na vida de cada um; sendo que 20% correspondem às habilidades técnicas e mecânicas.
Mauricio Souto observa que esta é uma nova era e que devido ao dinamismo cotidiano, as pessoas andam mais agitadas e buscam caminhos para agir com assertividade. Querem manter, expandir ou conquistar espaço. “Para que a pessoa entenda a necessidade de agir com inteligência emocional, basta que ela olhe os resultados que está obtendo em todos os setores de sua vida. Se ela está bem num aspecto, por exemplo, o profissional, mas tem problemas de saúde ou de relacionamento familiar é sinal de que as coisas não vão bem. Então, ela precisa investir no seu autoconhecimento e desenvolvimento pessoal para obter resultados melhores”, ensina.
Mas, é possível que as pessoas reconheçam e avaliem suas condutas e cheguem a um nível de equilíbrio pessoal e profissional por meio da inteligência emocional? Mauricio Souto diz que é possível e necessário. Para que as pessoas possam mudar os resultados em suas vidas, elas precisam investir no autoconhecimento, saber onde estão e o que desejam alcançar, como estão suas emoções e sentimentos; pois o tipo de emoção sentida faz toda a diferença. A partir deste estado de consciência, elas poderão mudar, instantaneamente, seu estado emocional. O mais interessante é que há técnicas para esse fim.

Há 20 anos, Mauricio Souto estuda pesquisa e conversa com pessoas bem-sucedidas para entender o poder da inteligência emocional sobre o cotidiano. Notou que estas pessoas seguem, mesmo sem saber, um padrão, um método. Assim, criou o Método MS de Reprogramação Mental, que está ancorado em cinco passos que possibilitam a realização de sonhos e objetivos pessoais e profissionais. Objetivos como comprar uma casa, realizar uma viagem, ser aprovado num concurso, expandir sua empresa ou melhorar seu relacionamento conjugal ou familiar, entre outros, podem ser conquistados utilizando o Método MS. Nesse contexto, um dos passos, trata sobre inteligência emocional. “Precisamos entender que todos somos dotados de razão e sentimentos. Precisamos usar de forma equilibrada as duas partes do cérebro para obtermos resultados extraordinários”, explica. Mauricio Souto reforça que existem treinamentos onde cada pessoa investe no seu desenvolvimento pessoal e autoconhecimento, visando ter o ‘estado de consciência’ das emoções ou “como reage” ao que acontece, possibilitando as mudanças necessárias.
No livro Ouse ser grande – a chave para o sucesso (Literare Books International), campeão de vendas, segundo a PublisNews, Mauricio Souto apresenta, entre os capítulos, o importante papel da inteligência emocional em busca do sucesso. “Recebo depoimentos de pessoas que tiveram suas vidas transformadas pela leitura do livro ou que já participaram das minhas palestras, cujos conteúdos reforçam sobre inteligência emocional e autoconhecimento”, revela. O objetivo de suas palestras é inspirar as pessoas a transformarem suas vidas, inclusive, pela adoção e execução do Método MS.
 “Após minhas palestras, noto que grande parte do público sai delas inspirado e decidido a agir, em busca da realização do seu sonho. Já sai com pelo menos uma meta estabelecida. As pessoas percebem que são protagonistas de suas histórias e passam a não se vitimizar diante de circunstâncias negativas. Com o livro acontece a mesma coisa. É incrível e gratificante receber estes feedbacks e saber que estamos ajudando pessoas a melhorarem suas vidas”, sublinha.
Mauricio Souto deixa a seguinte mensagem para quem está atravessando um momento que ‘pede’ inteligência emocional: “Nosso maior capital é o tempo que nunca para ou retorna! Por isso, faça um balanço geral, pessoal e profissionalmente. Analise os prós e os contras de seu cotidiano e perceba que de nada adianta apenas fazer cursos técnicos, de capacitação, trabalhar excessivamente, se estiver agindo de forma desequilibrada emocionalmente, mantendo crenças e sentimentos negativos. Comece hoje mesmo a mudança, pois todo o poder da conquista está dentro de você. Não adie mais a sua liberdade. Você pode voar!”

Se você é ansioso, talvez a eu tenha uma solicitação para esse problema, acesse o link e conheça:

http://bit.ly/30Kmwlv

“Cutting: automutilação na adolescência é indício de tristeza”.

O fenômeno – um transtorno mental manifestado em pequenos cortes pelo corpo – é diferente de tentativa de suicídio, mas a automutilação deve ser sempre tratada como uma demonstração de tristeza

O que fazer ao perceber que seu filho está machucando a si mesmo? “A mesma coisa que faria ao perceber que ele está chorando”. Esta é a orientação da psiquiatra do Ambulatório da Infância e Adolescência do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq HC – USP), Jackeline Giusti. A automutilação deve ser sempre tratada como uma demonstração de tristeza, diz.

Pequenos cortes pelo corpo e a tentativa de escondê-los dos pais são os principais sintomas da automutilação, ou cutting, que é reconhecida como um transtorno mental desde 2013, segundo a psiquiatra. No Brasil, não existem estudos epidemiológicos sobre a automutilação, mas pesquisas feitas nos Estados Unidos mostram que a prática está ficando mais frequente na última década.

O mais importante é reconhecê-la como um transtorno mental que precisa de atenção e cuidado, por meio de avaliação psiquiátrica. Em casa, o apoio da família é essencial. Os pais não devem dar bronca ao perceber os cortes ou tratar o ato como travessura, mas sim oferecer conforto e compreensão. A família precisa entender que é um problema e que existe tratamento.

O cutting não tem como objetivo chamar a atenção, mas é usado como um escape para aliviar a tensão. Quem o pratica não quer que os pais saibam, porque quer continuar usando esse “analgésico” para dor emocional. Segundo Jackeline, quanto mais cedo o transtorno for tratado, maiores são as chances de a prática não se repetir.

As principais características do transtorno, que normalmente começa em torno dos 13 anos de idade, são pequenos cortes superficiais feitos pelo próprio adolescente, em locais do corpo que possam ficar escondidos sob a roupa, sendo os braços o local mais comum.

Segundo Jackeline, no entanto, a automutilação é diferente da tentativa de suicídio; a pessoa se corta mas sabe que não vai morrer por causa disso. “A motivação referida pelos pacientes é que eles se cortam para aliviar uma sensação ruim”, diz. Sensação de vazio, angústia, raiva de si mesmo, tristeza com ou sem motivo e até para relaxar são outros motivos apontados.

Filmes e vídeos podem incentivar
A automutilação muitas vezes está relacionada a outros problemas psicológicos, como depressão, ansiedade, transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e transtornos alimentares. Até a influência da mídia pode iniciar um episódio de cutting, porque o adolescente fica sabendo que a prática existe por meio de filmes, seriados ou em vídeos na internet. Segundo a psiquiatra, a adolescência é uma fase de experimentação, de modo que ver alguém se cortando pode ser suficiente para fazer também, seguir como se fosse uma “moda”, diz.

Nem todo adolescente que tenta o cutting uma vez vai continuar praticando. A pessoa só sente o alívio ao se cortar se já tem uma situação de estresse prévia; caso contrário, só sente dor. Se o paciente está em condição psicológica normal, ele não repete mais.

O transtorno também pode se manifestar sem a necessidade de influência externa. Segundo Jackeline, em um acesso de raiva, o adolescente se machuca, se fere sem querer com algum objeto e percebe que, com a dor física, ele sente algum alívio. Em pacientes que praticam por períodos longos, um ano ou mais, pode acontecer de se cortarem em momentos de tristeza e também de euforia. É como um vício, e a pessoa pode sentir a necessidade de se machucar mesmo sem estar passando por problema algum.

Apesar de diminuir ou até desaparecer com o tempo, a automutilação pode ocorrer em adultos. É um transtorno que tem idade para começar mas não para acabar, segundo a psiquiatra. Tende a diminuir depois dos 20 anos, mas, se não tratado, pode continuar ao longo da vida. E se o prejuízo social já é grande quando ocorre na adolescência, na vida adulta pode ser ainda pior.

O papel da escola
A escola precisa reagir ao observar qualquer processo de sofrimento com crianças e adolescentes, diz a integrante do Núcleo Vida e Cuidado e professora aposentada de Pedagogia do Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Ana Maria Borges de Souza. O professor que está em contato direto com os alunos tem que olhar com atenção para qualquer forma de sofrimento – observar o corpo, porque, muitas vezes, é ele que expressa o sofrimento.

A escola deve acolher afetivamente esse aluno, demostrar que está disponível para escuta e que pode compreender seus problemas. Segundo a professora, a conversa deve ser primeiro com o aluno, mostrando que a palavra da criança tem valor na escola. Essa conversa também deve servir para verificar se existe algum conflito familiar, e só depois a escola deve chamar a família para discutir o problema. “Se o motivo está em um problema em casa, chamar os pais primeiro pode ser ainda mais prejudicial para a criança”, diz.

Bullying
Sofrer bullying pode provocar o transtorno porque o adolescente busca uma forma de liberar a tensão que vive na escola. Se os cortes e marcas na pele são descobertos por outros alunos, podem virar motivo para o bullying. Segundo Ana Maria, nesses casos, a escola deve promover uma conversa com todos os envolvidos na situação. Levar o tema para a sala de aula, conversar com os amigos próximos da criança ou adolescente que está sofrendo, com os alunos que promovem o bullying, com o namorado ou a namorada. 

De acordo com a professora, é necessária uma medida pedagógica que não foque apenas no sujeito que se corta, mas que também absorva o contexto e busque compreender os motivos que levam ao sofrimento, se é homofobia, racismo ou qualquer outro tipo de preconceito. A escola também precisa oferecer proteção – não individualmente, mas criar uma rede em torno do aluno vulnerável, mobilizando todo o grupo escolar. E, se identificada uma situação de violência doméstica, o caso precisa ser encaminhado para as autoridades competentes.

Tratamento
Transtornos mentais como o cutting não podem ser tratados apenas com medicamentos. Segundo Jackeline, o tratamento deve ser metade medicação e metade psicoterapia (acompanhamento psicológico). Como é muito comum ter outros problemas psiquiátricos associados, eles devem ser tratados ao mesmo tempo, mas sempre com o cuidado de utilizar remédios que não atrapalhem a vida escolar do adolescente.

Fonte: Site Terra.

A Depressão e a ansiedade podem ter cura, acredite…

Acesse o link; http://bit.ly/2GbEx2R

“Ansiedade e depressão qualquer um está sujeito a estes males.”

As doenças tratadas como o grande mal do século sem dúvida não fazem distinção de classe social, qualquer pessoa poderá ser afetada. O acúmulo de tarefas, a correria do dia a dia, os problemas pessoais, a inundação de informações das redes sociais são alguns dos fatores que tornam a depressão a ansiedade, a bipolaridade os grandes males do século. Separei hoje uma reportagem do aplicativo Onefootball, onde o craque revelado no time do Flamengo vem sofrendo de ansiedade. Leiam abaixo;

”Com quadro de ansiedade e estresse, Paquetá pede para deixar o Milan.”

Esquecido no Milan desde a saída do técnico Gennaro Gattuso e sem amigos na Itália, Lucas Paquetá está com um quadro de muita ansiedade e estresse, já beirando a depressão. A informação é do Blog do Menon, do portal UOL.

De acordo com a publicação, o ex-jogador do Flamengo chegou a ser levado ao hospital no último dia 19 de janeiro, após a vitória do Milan diante do Udinese, por estar se sentindo mal. Na clínica, no entanto, foi descartado qualquer problema cardíaco, mas sim, o quadro de ansiedade.

Sem socializar em Milão e com profunda tristeza, o jogador e seu empresário, Eduardo Uram, solicitaram uma transferência por empréstimo. Presente em algumas convocações do técnico Tite, Paquetá tem o sonho de estar no grupo que vai disputar a Copa América 2020 e as Eliminatórias da América do Sul para a Copa do Catar 2022.

Leonardo, hoje diretor do PSG, fez uma oferta para contratar Paquetá por 20 milhões de euros (cerca de R$ 93 milhões), mas o Milan, que tirou o meia do Flamengo por 35 milhões de euros, recusou a proposta francesa.

Se você sofre desse mal ou conhece alguém que sofre desse mal saiba que você pode ajudar, acesse o link abaixo e inicie uma jornada para longe desse mal!

http://bit.ly/30Kmwlv

“O que fazer para curar a depressão.”

A depressão pode ter cura, entretanto, como suas causas ainda não foram totalmente esclarecidas, não existe uma fórmula, e sim, várias alternativas que podem ser usadas para cada caso, para modificar a resposta cerebral e melhorar o humor. 

Ela é um transtorno psiquiátrico, em que o humor deprimido e a perda de vontade, associado a outros sintomas, como alterações do sono, do apetite, cansaço e sensação de culpa, atrapalham o dia-a-dia da pessoa. Existem fatores que influenciam o desenvolvimento da depressão, como causas genéticas, ou hereditárias, e causas ambientais, como um momento estressante da vida ou a perda de alguém importante, por exemplo. Para entender melhor os sintomas e as causas da desta doença, veja como diferenciar a tristeza da depressão.

Assim, para curar um quadro de depressão, existem alternativas de tratamento, que podem ser feitos separadamente ou em conjunto, mas o melhor tipo, o tempo necessário e as doses utilizadas podem variar de acordo com cada pessoa. Além disso, em casos de suspeita, é sempre importante procurar ajuda de um psiquiatra, que irá definir o tipo de tratamento necessário. 

1.    Uso de remédios

Os antidepressivos são medicamentos usados para repor os neurotransmissores no cérebro, como serotonina, dopamina e noradrenalina que, normalmente, estão diminuídos na depressão. O uso de remédios é indicado principalmente nos casos moderados e graves, devendo ser usados com regularidade, pois, caso contrário, pode ser muito difícil se recuperar da doença.

Os principais antidepressivos utilizados para o tratamento da depressão são:

Classe do antidepressivoAlguns nomes genéricosEfeitos colaterais
Antidepressivos tricíclicosImipramina, Clomipramina, Amitriptilina ou NortriptilinaBoca seca, retenção urinária, prisão de ventre, delírios, sonolência, pressão baixa e tonturas ao levantar
Inibidores seletivos da recaptação da serotoninaFluoxetina, Paroxetina, Citalopram, Escitalopram, Sertralina ou TrazodonaEnjôos, boca seca, sonolência, produção excessiva de suor, tremores, prisão de ventre, dor de cabeça e problemas de ejaculação
Inibidores da recaptação ou aumento da atividade da serotonina e da noradrenalinaVenlafaxina, Desvenlafaxina, Duloxetina ou MirtazapinaBoca seca, insônia, nervosismo, tremores, sonolência, enjôos, vômitos, problemas de ejaculação, excesso de suor e visão turva
Inibidores da MonoaminoxidaseSeleginina, Pargilina, Fenelzina ou ToloxatonaAumento da pressão, hipotensão postural, ganho de peso, insônia

Os remédios passam a fazer efeito em cerca de 2 a 6 semanas, e o tempo de tratamento também pode variar de pessoa para pessoa, sendo, em alguns casos, necessário por apenas um curto período, como 6 meses, como também pode ser necessário por vários anos. O que irá ajudar o médico a determinar o tempo de tratamento, a dose e o tipo do remédio é a melhoria dos sintomas e a forma como a pessoa está reagindo ao tratamento.

Além disso, somente o uso de remédios pode não ser suficiente para curar uma depressão, sendo importante que a pessoa trabalhe o seu lado psicológico, através de conversas, sessões de psicoterapia e atividades que estimulem autoconhecimento, por exemplo.

2. Sessões de psicoterapia

A psicoterapia é feita por um psicólogo ou psicoterapeuta, e é importante para ajudar na resolução de dificuldades emocionais, estimulando o autoconhecimento e a resolução de conflitos internos da pessoa. Ela é fundamental, mesmo quando a pessoa já utiliza medicamentos, pois ajuda a reorganizar os pensamentos e estimular sentimentos e sensações de alegria.

As sessões de psicoterapia costumam ser feitas 8, 4 ou 2 vezes por mês, por exemplo, a depender da necessidade de cada pessoa.

3. Eletroconvulsoterapia

A eletroconvulsoterapia consiste em um procedimento de eletro choques cerebrais, de forma controlada e indolor, que facilitam a reorganização da atividade cerebral. É um tipo de tratamento realizado para os casos de depressão grave, em que não houve melhora com os outros tratamentos disponíveis.

4. Novas terapias

Existem terapias mais recentes, que têm demonstrado bons resultados para o tratamento da depressão de pessoas que não melhoram com outras formas de tratamento. Entre eles estão à estimulação magnética transcraniana, a estimulação do nervo vago e a estimulação cerebral profunda.

Estas são formas de estimulação e reorganização da atividade do cérebro, através do implantes de pequenos eletrodos estimuladores, capazes de tratar também diversas doenças neurológicas, como depressão, epilepsia ou Parkinson, por exemplo.

5. Terapias alternativas

Existem formas mais naturais que são ótimas aliadas para complementar o tratamento da depressão, mas que não devem substituir o tratamento orientado pelo médico. Dentre elas estão:

  • Acupuntura: pode aliviar diversos sintomas associados a esta doença, como dor, ansiedade e insônia;
  • Meditação: proporciona autoconhecimento e controle dos sentimentos, o que pode melhorar a confiança e auto-estima;
  • Atividade física: a prática regular de exercício ajuda a liberar hormônio como serotonina e endorfina, essenciais no tratamento da depressão, além de melhorar o bem-estar. O exercício em grupo como um esporte, pode ter ainda mais benefícios, devido à melhora da convivência social;
  • Reiki: é uma técnica que proporciona relaxamento e bem-estar, podendo ser útil para combater sintomas da depressão;
  • Alimentação antidepressiva: existem alimentos, como banana, amendoim, aveia e leite, que aumentam os níveis de triptofano e outras substâncias, como magnésio, que estimulam a produção de hormônios do bem estar. Além disso, é recomendado investir em hobbies como música, leitura e atividades em grupo, por exemplo, pois são atividades que melhoram a auto-estima e a autoconfiança, sendo importantes passos para a cura da depressão.

6. Tratar outras causas da depressão

Existem algumas doenças que podem causar ou aumentar as chances de ter uma depressão, como hipotireoidismo, deficiência de vitamina B12, diabetes, Alzheimer, Parkinson ou pós-AVC, por exemplo, portanto, é necessário realizar um tratamento adequado delas para que seja possível combater os sintomas. 

Além disso, também existem remédios que podem estar sendo utilizados no tratamento de outros problemas e que induzam a um humor deprimido, como Propranolol, Sinvastatina e Fenobarbital, por exemplo. Portanto, caso existam sintomas de depressão pelo uso de algum medicamento, é importante conversar com o médico que faz o acompanhamento para discutir a possibilidade de alteração do tratamento.

Quanto tempo dura o tratamento da depressão?

Não existe um tempo pré-definido para o tratamento da depressão, assim, algumas pessoas melhoram após alguns meses, já outras precisam tratar durante anos. Isso normalmente depende da causa e da gravidade da doença, além da possibilidade e vontade da pessoa em seguir o tratamento corretamente. Algumas dicas para potencializar o tratamento da depressão, e permitir uma curar mais rápida, são:

  • Não manter o mesmo remédio, se não houver melhora após 6 semanas: esse é o tempo necessário para qualquer remédio fazer efeito, assim, se neste período nenhuma melhora foi notada, é importante conversar com o psiquiatra para aumentar a dose ou, em alguns casos, mudar o tipo de remédio;
  • Fazer reavaliações com o psiquiatra: é importante ter consultas de acompanhamento com o médico nos tempos pré-determinados, a cada 3 ou 6 meses, por exemplo, para que sejam reavaliados os sintomas e necessidade de ajuste das doses;
  • Procurar ajuda: é mais difícil vencer uma depressão sozinho, portanto é fundamental falar com um amigo, familiar, psicólogo ou com o médico sempre que não estiver bem, ou notar piora dos sintomas;
  • Traçar objetivos: adotar um objetivo ou meta alcançar, como começar um projeto, um trabalho ou uma atividade nova, pois podem ser atitudes que ajudam a dar sentido à vida.

Além disso, é importante desenvolver uma espiritualidade, pois ser uma pessoa espirituosa não necessariamente significa ser religiosa, mas ter uma atitude de acreditar que existe um motivo especial para estar vivo e aproveitar os momentos, dando, assim, um significado mais especial à vida.

Site: www.tuasaude.com

Por Claudia Faria – Psicóloga

“Exaustão Emocional; 14 sinais que você pode estar emocionalmente esgotado.”

“Há um grande cansaço na alma do meu coração.”
– Bernardo Soares (Fernando Pessoa). do “Livro do Desassossego”.

Com a correria do dia-a-dia, é cada vez mais reduzido o tempo disponível para relaxar o corpo e a mente. Quando o cansaço se transforma em esgotamento emocional, pode trazer bastante e sérias conseqüências para a nossa mente e saúde. Neste artigo vamos aprender a identificar os principais sinais de exaustão emocional.

Todos sentimos o stress associado às exigências do nosso dia-a-dia, do trabalho e da própria sociedade. E todos precisaram sentir algum stress para nos sentirmos motivados para as tarefas diárias e para que o tédio não tome conta da nossa vida, mas, quando o stress se torna demasiado intenso e prolongado podemos estar à beira de um esgotamento emocional.

Este estado de ansiedade e exaustão começa de forma discreta, sendo freqüentemente desvalorizado.

Dizemos a nós mesmos, que é apenas cansaço e que mal tenhamos um dia de folga e relaxe tudo irá voltar à normalidade e permitimos, assim, que o problema se agrave e se prolongue.

ESGOTAMENTO EMOCIONAL: O QUE É?

exaustão ou esgotamento emocionalpode ser simultaneamente física e psíquica. É um estado de grande cansaço, acompanhado por uma sensação de vazio e pela dificuldade em lidar com as emoções.

O esgotamento emocional acontece quando sentimos que esgotaram os nossos recursos emocionais e psicológicos. Muitas vezes, surge após um período conturbado ou associado a um problema atual que não está a ser resolvido com sucesso.

Pode também ser uma resposta ao stress provocado pela sobrecarga de trabalho, quando sentimos que estão a exigir demasiado de nós e não estamos a conseguir dar resposta, ou pela existência de conflitos pessoais no trabalho.

A exaustão emocional pode comprometer a saúde física e mental e interferir com a qualidade de vida. Não apresenta melhorias significativas apenas com o repouso.

14 SINAIS DE QUE ESTÁ PSICOLOGICAMENTE EXAUSTO

O diagnóstico de esgotamento psicológico nem sempre é fácil, já que muitas vezes o doente apresenta um quadro de fadiga em conjunto com outros sintomas pouco claros, que podem ser atribuídos a muitos outros transtornos.

Contudo, parece consensual que quando estamos psicologicamente desgastados apresentamos alguns dos seguintes sinais:

  1. Sono não reparador: apesar de conseguir dormir a noite completa, acorda cansado;
  2. Cansaço que vai piorando ao longo do dia;
  3. Fadiga mental;
  4. Ansiedade e angústia;
  5. Labilidade emocional: vontade recorrente de chorar; ter vontade de chorar sem motivo aparente;
  6. Preocupações sempre presentes;
  7. Diminuição do rendimento no trabalho;
  8. Perda de interesse e desmotivação;
  9. Evitar situações sociais: prefere ficar em casa;
  10. Lapsos de memória e pequenos esquecimentos que não aconteciam anteriormente;
  11. Dificuldades de concentração: pode sentir necessidade de reler várias vezes o mesmo texto;
  12. Alterações gástricas e intestinais também podem estar presentes;
  13. Dores de cabeça, pescoço e costas;
  14. Presença mais freqüente de pensamentos negativos.

O esgotamento emocional deve ser levado a sério, pois, apesar de não ser uma perturbação mental, se não for tratado com seriedade pode evoluir para uma depressão.

CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS DO ESGOTAMENTO EMOCIONAL: PROCURE AJUDA!

Aprender a reconhecer os sinais que indicam a presença de um esgotamento emocional, pode ajudar a identificar de forma mais precoce a presença de transtornos psicológicos e estabelecer um tratamento rapidamente, evitando o surgimento de uma depressão.

O esgotamento emocional quando ignorado, leva a uma acumulação do cansaço e a um agravamento das conseqüências para a saúde.

As conseqüências negativas de um estado de esgotamento emocional podem ser várias:

  • Prejuízo do desempenho laboral: devido à falta de energia e às dificuldades de concentração;
  • Prejuízo nas relações pessoais: devido à falta de ânimo em interagir com os outros; irritabilidade e mudanças bruscas de humor; isolamento; solidão;
  • Prejuízo da saúde física e mental.

A exaustão emocional pode então trazer variados dados para a nossa saúde e bem-estar, pelo que deve ser prevenida sempre que possível.

A melhor prevenção passa por ter uma boa rotina de sono, obter um descanso reparador, uma alimentação adequada, um bom equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal e ter momentos de relaxamento, convívio e diversão.

EM SUMA

Quando sentir que os problemas, as preocupações e a ansiedade estão a ser maiores do que aquilo que consegue gerir e se apresenta alguns dos sinais que descrevemos anteriormente, procure ajuda!

Necessitar de ajuda não é sinal de incompetência ou de fragilidade. Recorra à sua rede de apoio na família e nos amigos e aconselhe-se junto do seu médico de família.

*Originalmente publicado em Vida Ativa, em 5.4.2018.

– por Ana Graça (psicóloga), em Vida Ativa*

Fale sobre você (exemplo de post)

Este é um exemplo de post, publicado originalmente como parte da Blogging University. Inscreva-se em um dos nossos 10 programas e comece o seu blog do jeito certo.

Você vai publicar um post hoje. Não se preocupe com a aparência do seu blog. Não tem problema se você ainda não tiver dado um nome para ele ou se parecer complicado. Basta clicar no botão “Novo post” e dizer por que você está aqui.

Por que fazer isso?

  • Para contextualizar novos leitores. Qual seu objetivo? Por que as pessoas deveriam ler seu blog?
  • Isso ajudará você a se concentrar nas suas próprias ideias para seu blog, bem como o que você pretende com ele.

O post pode ser curto ou longo, uma introdução à sua vida ou uma declaração de missão para o blog, um manifesto para o futuro ou um simples resumo dos tópicos que você planeja publicar.

Para ajudar você a começar, confira algumas perguntas:

  • Por que você está fazendo um blog público, em vez de manter um diário pessoal?
  • Sobre quais assuntos você quer escrever?
  • Com quem você gostaria de se conectar por meio do blog?
  • Se você usar o blog direitinho durante o próximo ano, o que espera conquistar?

Você não precisa se ater a nada disso. Uma das partes mais interessantes sobre os blogs é que eles evoluem constantemente enquanto aprendemos, crescemos e interagimos uns com os outros, mas é sempre bom saber de onde e por que você começou. Além disso, organizar seus objetivos pode dar ideias para outros posts.

Não sabe por onde começar? Escreva o que vier primeiro à cabeça. Anne Lamott, autora de um livro sobre escrita que amamos, diz que você precisa se permitir escrever um “primeiro esboço ruim”. Anne tem razão. Comece a escrever e se preocupe em editar depois.

Quando estiver tudo pronto para publicar, selecione de três a cinco tags que descrevam o foco do seu blog, como escrita, fotografia, ficção, maternidade, gastronomia, carros, filmes, esportes ou o que for. Essas tags ajudarão as pessoas que se interessam por esses tópicos a encontrar seu blog no Leitor. Não deixe de incluir a tag “zerotohero” para que novos blogueiros também encontrem você.

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora